Sobre mim

Sou Crăciun Florentin Simion — estrategista, arquiteto de sistemas e alguém que escolheu entender o mundo não pelos livros, mas pelo campo.

Escrevi a minha primeira linha de código numa era da internet que muitos só conhecem por documentários. Em 2003, quando o SEO ainda era um território selvagem, eu já o estava a cartografar. Não aprendi marketing digital em cursos online; aprendi-o diretamente nas trincheiras, aplicando os princípios de ferro de Dan Kennedy em mercados onde cada palavra e cada clique tinham uma consequência financeira imediata.

O meu percurso não é uma linha reta. É uma coleção de cicatrizes valiosas e vitórias silenciosas. Construí plataformas complexas como jobdone.net e opentaxi, projetos que me ensinaram mais sobre o fracasso estratégico e a psicologia das parcerias do que qualquer MBA poderia ensinar. Negociei ativos digitais quando eram considerados uma curiosidade, aprendendo com Nassim Nicholas Taleb como navegar a incerteza e lucrar com a volatilidade.

Entendo os mercados porque os vivi — não os li.

Vivi quase 8 anos em Itália e meio ano na Bulgária. Operei em Dubai quatro vezes. Viajei para a Turquia, Alemanha, Suíça, Panamá, República Dominicana, Egito, Tailândia e Ucrânia. Algumas foram férias — mas um homem que constrói sistemas não desliga o cérebro no aeroporto. Cada destino foi também uma lição: como funciona a economia local, como pensa o consumidor, que modelos de negócio existem lá e não existem em casa. Esta perspetiva global não é um detalhe biográfico. É o instrumento com que vejo o que os outros não veem.

Não sou um “programador”. Não sou um “marketer”. Sou um arquiteto de sistemas. Vejo um mercado fragmentado e ineficiente — como o dos serviços automóveis de emergência — e na minha mente construo a maquinaria que o pode reorganizar e dominar.

A minha filosofia é simples:

  1. Construo sistemas, não empregos. Qualquer tarefa repetitiva é um falha de design. Automatizo, documento e delego obsessivamente — não por preguiça, mas para libertar recursos para o próximo movimento estratégico.
  2. Baseio-me em dados, não em opiniões. Aprendi que o mercado é o único juiz justo. Lanço, meço, itero. O EGO é o inimigo do progresso.
  3. Procuro parceiros, não seguidores. Não preciso de pessoas que concordem comigo. Preciso de pessoas igualmente obcecadas com a construção de sistemas excecionais e que tragam à mesa uma perspetiva que eu não tenho.

Este espaço não é um portfólio. É um convite para um nível diferente de diálogo. Se és um construtor, um investidor estratégico ou um pensador que entende que o verdadeiro valor está na arquitetura nos bastidores — estamos na mesma frequência.

Vamos construir algo que dure.